O Desafio Atual da Obra Missionária


Mt 28.19


População mundial é de 6,1 bilhões de pessoas, vivendo em mais de 250 países.
Nos países grandes, há uma enorme variedade de línguas, religiões, raças, classes sociais e profissões.
Pôr exemplo, a Índia com mais de 900 milhões dos habitantes tem 17 línguas oficiais.

Estatística:
População do mundo em meados de 1999 6.100.000.000
Católicos romanos 970.000.000
Protestantes e Evangélicos 800.000.000
Ortodoxos e outros 180.000.000
Muçulmanos 1.150.000.000
Hindus 770.000.000
Religiões Orientais 680.000.000
Animismo 160.000.000
Judaísmo 20.000.000

Católicos ortodoxo e outro  22%
Mulçumano 20%
Sem religião 18%
Hinduismo 14%
Budista 12%
Evangélico 
11%
Animista 3%














   


O evangelho não está disponível em sua língua e cultura 2.000.000.000

2. Resumo das Maiores Religiões do Mundo:
a) ISLAMISMO – Islame é uma palavra árabe, é a crença dos povos que seguiram a religião fundada por Maomé.
(Deus = Alá, Profeta – Maomé, Livro = alcorão, Cidade santa = Meca)
Os Seguidores do Islamismo a si mesmo se chamam Muçulmano .
Hoje 30% dos muçulmanos do mundo vivem no Oriente Médio que inclui países como Arábia Saudita, Iraque, Irã, Mais de 90% dos países do Oriente Médio são Islamitas. Segundo o livro Batalha Mundial o Oriente Médio é o campo missionário mais necessitado do mundo atualmente existe lá cerca de 1.500 missionários.
Doutrina: ensinam que Maomé é maior que Jesus e todos os profetas da Bíblia, e que o livro verdadeiro é o Alcorão onde estão escritas as supostas revelações de Maomé.

Segundo dados e estatísticas mais recentes o muçulmanismo já passa de um bilhão de seguidores. Atualmente é um dos maiores desafios das Missões Atuais.

b) HINDUÍSMO também conhecida como religião do Bramanismo,
É a religião nacional da Índia praticada por 82% da população.

Doutrina: A reencarnação, ou transmigração da alma é o renascer do homem na forma de um outro homem, ou de um Tigre ou até mesmo de um inseto.

O animal mais sagrado de todos e a vaca, literalmente adorada na Índia por esta razão o Hindu não mata ratos, nem inseto ou qualquer outra criatura, por achar que seus avós possam estar encarnados nestas criaturas, adoram milhares de deuses.

Este é também um grande desafio para as Missões atuais.

c) BUDISMO – O budismo ensina que o alto sacrifício e a renuncia são o caminho da bem aventurança. O Budismo possui varias crenças em comum como o Induísmo e o Taoísmo, antiga religião da China que prega a adoração da natureza e dedica-se a ritos de magia. A nação Nipônica abriga uns Cem Milhões de Budistas, mais de 60% da população do Japão. Por exemplo, na cidade Japonesa a cerca de 1.400 Templos Budistas.

d) ANIMISMO – O Animista adora os espíritos dos mortos e lhe sacrificam alimentos e até dinheiro.

e) JUDAÍSMO
– O Judaísmo representa uma das culturas mais antigas do mundo. Abraão, o fundador do Judaísmo, e os outros Patriarcas foram chamados hebreus.
A grande maioria dos Judeus não crê que Jesus é o Messias prometido, como diz em João 1.11 _Veio para o que era seu e os seus não o receberam

ALCANÇANDO OS POVOS NÃO ALCANÇADOS

A Igreja tem a responsabilidade de evangelizar os povos ainda não alcançados.
Segundo estimativas existe mais de 2 bilhões de pessoas que ainda não ouviram falar de Jesus, uma vez sequer.

Algumas Agencias Missionárias:

EMAD
CONFRADESP
Missão portas Abertas
Missão Kairós
Jocum
Sepal
GMUH

1. O Desafio de Missões Para a Igreja Local


O Chile é hoje o país mais evangelizado na América do Sul com 22% da população
O Brasil está em segundo lugar com 15% de evangélicos.
Todavia há mais de 400 missionários estrangeiros trabalhando no Chile e mais de 2.000 missionários estrangeiros trabalhando no Brasil.

A porcentagem de evangélicos no Uruguai e Venezuela é de 2%.

2. A Igreja Local e o Missionário

“A Igreja Que Não Faz Missões, Breve Deixará de Ser Evangélica”.
Este é um dos dizeres do Osvald Smith, um dos maiores enviador de missionários do século XX , chamado por muitos de “Sr. Missões”.

Atualmente sua Igreja em Toronto no Canadá, sustenta quase 1.000 missionários no mundo, com um orçamento missionário de mais de $ 2.000.000,00 (dois milhões de dólares) anual, liderada pelo seu filho que o sucedeu após sua partida para estar com o Senhor das Missões.

Não existe outro motivo para a igreja ainda existir na terra, que não seja Missões. É de responsabilidade da Igreja Local, o envio e sustento do missionário no campo.


Dificuldades da Sociedade hodierna em entender o Evangelho:

– Vê a igreja como meio de resolver seus problemas imediatos
– Credita ao Sacrifício próprio para conseguir seus objetivos
– Focaliza o dinheiro como o principal (deus deste século)
– Compreender o verdadeiro evangelho, visto que o evangelho apresentado pela mídia,
Destaca (dinheiro, fama e até fofocas)


O PAPEL DA IGREJA EM RELAÇÃO A OBRA MISSIONÁRIA

1.ORAR – ex igreja, At 13.2,3
2.CONTRIBUIR
3.CORRESPONDER
4.ENVOLVER OUTROS – desprezo
5.DISPONIBILIZAR-SE


Adversários da Proclamação do Evangelho

Falta de compaixão: Jesus viu como ovelha sem Pastor, Mt 9.36
Providenciou alimento, Mc 14.14
Viúva de Naim, Lc 7.13

Falta de Solidariedade para com os necessitados
– Paulo recebeu recomendação para cuidar dos pobres e teve muito cuidado em fazer, Gl 2.10
– O eu tenho isto te dou, At 3.6
– O 4 que levaram o paralítico até Jesus, Mc 2

Falta de Amor uns para com os outros


Como podemos contribuir com a obra Missionária
– Tendo comportamento semelhante a Jesus
– Menos desejos e sonhos humanos
– Agradar a Deus e não a nós mesmo
– Ter padrão ético de comportamento

Ev. Helio Alves

Os desafios de promover a obra missionária em meio às aridezes internas


Onde estão os maiores desafios missionários da igreja? No contexto externo ou interno?
Quais são os maiores entraves à obra missionária hoje?

George Peters diz que :
“O mundo está muito mais preparado para receber o evangelho do que os cristãos para propagá-lo”.

Vejamos os desafios de promover a obra missionária em meio às aridezes internas:

I -ARIDEZ INTERNA NO CONTEXTO MISSIONÁRIO:

A obra missionária já desde o seu nascedouro enfrentou muitos desafios internos, fruto da dureza de coração do homem, do sentimentalismo, da miopia espiritual que, à semelhança de uma terra árida, precisa ser trabalhada para produzir fruto. Analisemos o breve relato do nascimento histórico da igreja e a aridez interna a ele atrelada:

“Em Jerusalém… Em toda a Judeia e Samaria e até os confins da terra” (At 1.8).

Nos caps. 1-7, a igreja-mãe nasce e faz missão em Jerusalém sob a liderança de Pedro. Devido à perseguição, em At 8.3 a igreja começa a expandir-se para Samaria e Etiópia, Através de Filipe e gentios se convertem ao evangelho. Já no cap. 10 o Evangelho chega a Cesareia  através de Pedro. A partir da igreja de Antioquia no cap. 13 a igreja se espalha com muito ímpeto no mundo não judeu sob a liderança de Paulo.

O êxodo de Jerusalém só aconteceu por conta da perseguição. Pedro em Cesareia necessitou de uma revelação divina para vencer seu etnocentrismo e admitir que Deus não faz acepção de pessoas.
Os dispersos avançaram até a Fenícia, Chipre e Antioquia, não anunciando a ninguém a palavra senão somente aos judeus.
Estas informações nos levam a identificar alguns desafios internos da igreja no seu nascedouro:

1.1 BAIRRISMO ESPIRITUAL – Estavam presos a Jerusalém e ignoravam as necessidades evangelísticas de fora, bem como a ordem de Jesus de alcançarem os confins da terra a partir de Jerusalém, e isto movidos por vários motivos nocivos à visão missionária:

a) Etnocentrismo religioso – Por serem o povo da aliança os judeus se Jactavam (Rm 3.9,27), a ponto de não quererem nem comer com os pecadores (Lc 15.1) e assim tinham muita dificuldade de crê e aceitar que os gentios estavam inclusos na escolha de Deus para a Salvação e, principalmente, admitirem que agora encabeçavam a aliança divina vigente (Rm 11.11).
b) Exclusivismo étnico-religioso

Segundo o apóstolo Paulo Deus ofereceu o plano da salvação primeiro aos judeus (At 13.46), no entanto percebe-se que os apóstolos de Cristo, como eram judeus, continuaram atrelados ao seu pensamento de exclusivismo étnico-religioso em vez inclusivismo missionário, continuaram a ignorar sua missão para com o mundo gentílico e por um bom tempo tentaram converter apenas judeus ao cristianismo.

O BAIRRISMO RELIGIOSO HOJE

O bairrismo religioso com suas motivações peculiares à sua cultura e época, termina por limitar o avanço da obra missionária, trazendo problemas como:

a) Falta de percepção do todo, o nosso campo torna-se nosso mundo e alcançar nossa área de atuação traz-nos sensação de que cumprimos nossa missão mesmo com mundo a nossa volta por alcançar.
b) A nossa forma de governo eclesiástico (congregacional) apesar de muito eficiente favorece este tipo sentimento mais do que a episcopal.
c) Egocentrismo religioso
Trabalhar denodadamente pelo desenvolvimento do nosso campo é necessário e legítimo, Mas trabalhar visando apenas nossa autopromoção pessoal, os nossos próprios interesses, ou apenas os interesses do nosso campo é ilegítimo e nocivo à visão missionária apresentada por Cristo (At 1.8)

1.2 APATIA EVANGELÍSTICA

A igreja local não pode perder de vista a evangelização de sua área de atuação, pois tudo começa em Jerusalém, e a efervescência evangelística da igreja local é a fonte motivadora da obra missionária. Uma igreja que não tem um bom trabalho evangelístico dificilmente terá candidatos a campo missionário, terá muita dificuldade de levantar recursos para missões e terá muita dificuldade de assimilar os desafios e oportunidades da Obra. O declínio ou ausência do sentimento missionário numa igreja reflete indiscutivelmente sua apatia evangelística (cf 13.1-3).
Somente é evangélica a igreja que evangeliza***

“Ganhar almas para Cristo é meu negócio” (Dawith L. Moody).
Uma igreja que deixa de evangelizar, aos pouco também deixará de ser igreja.

“De vinte estratégias evangelísticas uma funciona, de vinte pessoas visitadas uma aceita ser evangelizada, de vinte pessoas evangelizadas uma aceita a Cristo”. (Pastor Ronaldo Lidorio, médias de experiências evangelísticas em seu ministério)

É preciso desenvolver múltiplas estratégias de evangelismo com o intuito de alcançarmos o pecador.

1.1.3 FALTA DE COMUNHÃO

“Para que todos sejam um, como tu, ó pai os és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste”. (Jo 17.21)

Uma das táticas de Satanás para minar nossa força e crescimento é roubar nossa comunhão.
Quantos problemas de ordem interna não surgem neste particular entre secretaria de missões e missionários, entre membros da equipe de missionários no campo, entre líder e liderado, entre o pastor da igreja e a obra missionária.
Uma das coisas a se preservar no exercício da obra missionaria é a comunhão.

II – COMO PROMOVER A OBRA MISSIONÁRIA EM MEIO AOS DESAFIOS INTERNOS?

a) ORANDO

A obra de Deus sempre enfrentou desafios externos e internos. Quando Paulo, por exemplo, prevenia a Igreja em Éfeso quanto aos perigos que a rondariam após a sua partida disse: “porque sei isto: que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós… e que, dentre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas… (At 20.29,30)". Então, em meio a este cenário a Oração se torna uma arma muito poderosa, pois muitas de nossas batalhas temos que travar em secreto em oração outras, porém, em grupo de pessoas íntimas e outras vezes com toda a congregação ou com muitas igrejas unidas em torno dos mesmos objetivos, como é o caso da Mobilização missionaria do Maranhão e a intercessão mundial.

Quando a igreja sente dores de parto em oração é que nascem as almas, “Quando o homem trabalha, o homem trabalha; quando o homem ora Deus trabalha”. (Hansvon Staden).

“Pede-me e eu te darei as nações como herança, e os confins da terra como tua propriedade…” (Sl 2.8). A profecia é para Cristo, mas lembremo-nos, somos o corpo de Cristo na terra

b) DESENVOLVENDO A CONSCIÊNCIA MISSIONÁRIA

Um dos maiores desafios internos no contexto missionário é a falta de visão ou uma visão distorcida. É ai que entra a importância de trabalharmos a consciência missionária da liderança e da igreja em geral e isso redundará em bons resultados.

c) FORTALECIMENTO DE NOSSAS INSTITUIÇÕES

Chegamos ao centenário imersos em uma crise de liderança sem precedentes em nossa história e as dificuldades de promovermos uma transição bem conduzida têm gerado um descrédito em nossas instituições (convenções, secretarias e departamentos) e fortalecido o nosso individualismo, fazendo com que sejamos a maior igreja evangélica do país, no entanto com pouca representatividade nacional e mundial.

Somos uma igreja forte no contexto local e em alguns casos regional e fraca de representatividade nacional e mundial.
Precisamos orar a Deus por uma liderança que consiga apascentar a igreja neste país e fortalecer sua unidade e identidade e desenvolver um projeto de evangelização de impacto nacional e um melhor direcionamento das ações missionárias da igreja Assembleia de Deus brasileira para o mundo.

CONCLUSÃO
Precisamos regar com lagrimas os áridos solos de nossos corações, para sermos mais sensíveis ao Ide de Cristo e ao clamor do mundo, pensarmos mais no Reino de Deus do que em nós mesmos, buscarmos mais a salvação dos perdidos e a glória de Deus do que nossa própria glória. Amem!

Pr.Francisco de Assis G. Araujo 
Secretário Executivo de Missões

Tragédia: 800 cristãos são mortos em onda de ataque na Nigéria

Ondas de ataques já deixaram mais de 16 igrejas totalmente destruídas 
e mais de 800 cristãos mortos.


A intolerância religiosa é algo que vem crescendo cada vez mais. Grupos extremistas têm matado em nome de sua religião e isso vem causando medo em grande parte do mundo. Dados divulgados esta semana pela arquidiocese de Kafanchan, são mais alarmantes. Os dados demonstraram a impressionante baixa de cristãos que o mundo sofreu no ataque ao Estado de Kaduna na Nigéria. Ao todo foram cerca de 800 pessoas mortas em um ataque realizado a mais de cinquenta povoamentos da região.


O ataque foi tão grave que nem as autoridades locais foram capazes de proteger os civis. Os dados demonstraram que 1422 aldeias foram totalmente destruídas e, além do impressionante número de mortes, aproximadamente 57 pessoas ficaram feridas.


O senador Sani Shehu deu uma entrevista na qual relatou que a região já está se tornando um verdadeiro abatedouro, no qual as vidas humanas já não tem mais valor. Contou também
que já requisitou forças de proteção para todas as aldeias para que assim tente evitar novos ataques e salvar vidas.

Yakubu, que é um dos moradores do país, está pedindo que as pessoas que perderam suas casas e seus parentes queridos, recebam ajuda financeira do Estado, haja vista que é uma
obrigação de todos os países do mundo garantir a segurança de seus cidadãos. Relembrou também que desde que o presidente muçulmano Muhammadu Buhari assumiu o cargo, nenhuma medida foi tomada contra o extremismo religioso.

Os dados demonstram que na região, entre 2006 e 2014, mais de 14 mil cristãos foram mortos e cerca de 2 mil igrejas foram totalmente destruídas.


Uma testemunha relatou que nos últimos três meses, mais da metade do território do Estado de Kaduna sofreu ataques de terroristas extremistas islâmicos. O grupo extremista mata por acreditar que o Alcorão - Uma
espécie de Bíblia do islamismo - permite e
incentiva que os fiéis matem os infiéis em nome da fé. Para alguns, quando eles completam suas missões aqui na terra, como militares do exercido islã, eles vão para o céu e recebem um local reservado com algumas virgens e isso faz com que o incentivo se torne maior.


William Carey: Pai das Missões Modernas (1761-1834)


Autor: Vania DaSilva

Introdução:

Filho de Edmundo e Elizabeth Carey, William Carey nasceu em uma humilde cabana em Agosto de 1761, na pequena vila de Paulerspury, em Northamptonshire, na Inglaterra. Em Piddington, aos 14 anos, William aprendeu a arte de sapateiro. 

Apesar de nascer em um lar anglicano, sua primeira identificação com a fé genuína, foi através de seu companheiro de trabalho, John Warr, filho de um desertor da Igreja Estatal. Em 1779, aos 18 anos, nasceu de novo, quando ainda estava identificado com a igreja oficial da Inglaterra, e uniu-se a uma pequena igreja batista. Logo começou a se preparar para pregar. Saturou-se de conhecimentos tornando-se poliglota, dominando o latim, grego, hebraico, italiano, francês e holandês, além de diversas ciências. Assim, aos poucos, entendeu que o mundo era bem maior do que as Ilhas Britânicas e sentiu, como todo o crente verdadeiro deve sentir, a perdição de uma humanidade sem um Salvador. 

Em Junho de 1781, casou-se com a jovem Dorothy Placket, da qual teve cinco filhos. No ano de 1775, foi atingido pelo avivamento trazido pelas mensagens de John Wesley e George Whitefield.
Apesar de ter sido batizado quando criança, William Carey sentiu a necessidade de confessar sua fé publicamente. Sendo assim, foi batizado nas águas no dia 5 de Outubro de 1783, pelo pastor John Ryland. Em 1787, foi consagrado e começou a pregar sobre a necessidade missionária no mundo, e não só na Inglaterra. Como os membros de sua congregação eram pobres, Carey teve por necessidade continuar trabalhando para ganhar o seu sustento.

Seus Primeiros Desafios

Na sua pequena oficina pendurou um mapa mundial feito pelas suas próprias mãos. Neste mapa, ele incluíra todas as informações disponíveis: população, flora, fauna, características dos indígenas, etc. Enquanto trabalhava, olhava para ele, orava, sonhava e agia! Foi assim que sentiu mais e mais a chamada de Deus em sua vida. A denominação que Carey pertencia achava-se em grande decadência espiritual. Quando quis introduzir o assunto de missões numa sessão de ministros, foi repreendido pelo veneravél presidente John Ryland, que lhe disse: “Jovem assente-se. Quando Deus resolver converter os pagãos, fa-lo-á sem a sua e a minha ajuda.” Mas Carey continuou a sua propaganda pró-missões estrangeiras, e tomando Isaías 54.2 como texto, pregava sobre o tema: “Esperai grandes coisas de Deus; praticai proezas para Deus.”

Sua Chamada



O resultado foi que um grupo de doze pastores batistas, reunidos na casa da Ir. Wallis, formaram a Sociedade Missionária Batista, no dia 2 de Outubro de 1792. Carey se ofereceu para ser o primeiro missionário. Através do testemunho do Dr. Thomas, um missionário e médico que trabalhou por vários anos em Bengali, na Índia, William Carey recebeu confirmação de sua chamada no dia 10 de Janeiro de 1793. 

Apesar de Carey ter certeza de sua chamada, sua esposa recusou deixar a Inglaterra. Isto muito doeu em seu coração. Foi decidido, no entanto, que seu filho mais velho, Felix, o acompanharia à India.
 Além deste fator, outro problema que parecia insolúvel, era a proibição de qualquer missionário na Índia. Sob tais circunstâncias era inútil pedir licença para entrar, mas mesmo assim, conseguiram embarcar sem o documento no dia 4 de Abril de 1793. Ao esperar na ilha de Wight por outro navio que os levaria à Índia, o comandante recusou levá-los sem a permissão necessária. Com lágrimas nos olhos e o coração apertado, William Carey, viu o navio partir e ele ficar. Sua jornada missionária para Índia parecia terminar ali. Porém, Deus tinha todas as coisas sobre controle. 

Ao regressar à Londres, a sociedade missionária conseguiu granjear dinheiro e comprar as passagens em um navio dinamarquês. Uma vez mais, Carey rogou à sua esposa que o acompanhasse. Ela ainda persestia na recusa e ao despedir-se pela segunda vez disse: “Se eu possuisse o mundo inteiro, daria alegremente tudo pelo privilégio de levar-te e os nossos filhos comigo; mas o sentido do meu dever sobrepuja todas as outras considerações. Não posso voltar para trás sem incorrer em culpa a minha alma.” 

Ao se preparar para partir, um dos amigos que iria viajar com Carey, Dr. Thomas, voltou e conversou com Dorothy, esposa de William Carey, e milagrosamente ela decidiu acompanhá-lo. Que alegria não foi para ele ver sua esposa e filhos com as malas prontas a lhe acompanhar. Agora ele compreendia a razão de não ter viajado no primeiro navio.

Sua Partida Para Índia

Deus comoveu o coração do comandante do navio que permitiu a toda família viajar sem pagar as passagens. Finalmente, no dia 13 de Junho de 1793, a bordo do navio Kron Princesa Maria, William Carey deixou a Inglaterra e nunca mais voltou, partindo para a Índia com sua família, onde, em condições dificílimas e de oposição, trabalhou durante 41 anos. Durante sua viagem, aprendeu suficiente o Bengali, e ao desembarcar, já comunicava com o povo. 
William Carey não foi dotado de inteligência superior e nem de qualquer dom que deslumbrasse os homens. Entretanto, em seu caráter de persistir, com espírito indômito e inconquistável, até completar tudo quanto inciava, é que vemos o segredo do maravilhoso êxito da sua vida. Apesar de não haver recebido educação em sua mocidade, Carey chegou a ser um dos homens mais eruditos do mundo, no que diz respeito à lingua sânscrito e a outras línguas orientais. Suas gramáticas e dicionários são usados ainda hoje.

Suas Conquistas

Dois missionários se juntaram à William Carey em 1799, William Ward e Joshua Marshman. Juntos eles fundaram 26 igrejas, 126 escolas com 10.000 alunos, traduziram as Escrituras em 44 línguas, produziram gramáticas e dicionários, organizaram a primeira missão médica na Índia, seminários, escola para meninas, e o jornal na língua Bengali. Além disso, William Carey foi responsável pela erradicação do costume “suttee”, o qual queimava a viúva juntamente com o corpo do difunto numa fogueira; vários experimentos agriculturais; fundação da Sociedade de Agricultura e Horticultura na Índia em 1820; primeira imprensa, fábrica de papel e motor à vapor na Índia; e a tradução da Bíblia em Sânscrito, Bengali, Marati, Telegu e nos idiomas dos Siques. Em 1800, William Carey fez o batismo do primeiro hindu convertido ao Evangelho. 

Calcula-se que William Carey traduziu a Bíblia para a terça parte dos habitantes do mundo. Alguns missionários, em 1855, ao apresentarem o Evangelho no Afeganistão, acharam que a única versão que esse povo entendia era o Pushtoo, feita em Sarampore por Carey. 

Durante mais de trinta anos, William Carey foi professor de línguas orientais no Colégio de Fort Williams. Fundou, também, o Serampore College para ensinar os obreiros. Sob a sua direção, o colégio prosperou, preenchendo um grande vácuo na evangelização do país. Os seus esforços, inspiraram a fundação de outras missões, dentre elas: a Associação Missionária de Londres, em 1795; a Associação Missionária da Holanda, em 1797; a Associação Missionária Americana, em 1810; e a União Missionária Batista Americana, em 1814.

O Adeus da Índia

Na manhã de 9 de Junho de 1834, a Índia disse adeus ao grande Pai das Missões, e os Céus disseram bem-vindo a um servo fiel! Carey morreu com 73 anos, respeitado por todo o mundo, como o pai de um grande movimento missionário. Quando chegou à Índia, os ingleses negaram-lhe permissão para desembarcar. Ao morrer, porém, o governo mandou içar as bandeiras a meia haste em honra de um herói que fizera mais para a Índia do que todos os generais britânicos. Grande foi a contribuição de William Carey para o Reino de Deus, e grande será o seu galardão.

Talibãs seqüestram 22 sul-coreanos no Afeganistão


Eram missionários católicos e viajavam num ônibus com destino a Cabul.
A Coréia do Sul tem cerca de 200 soldados no país.



Rebeldes talibãs afirmaram nesta sexta-feira (20) que seqüestraram 22 missionários sul-coreanos que viajavam num ônibus com destino a Cabul, quando passavam pela região de Ghazni, no leste do Afeganistão. O Ministério de Relações Exteriores da Coréia do Sul confirmou a informação.



Um porta-voz oficial sul-coreano disse que seu Ministério está verificando o seqüestro de "22 missionários cristãos" e que já foi formado um comitê de coordenação com a embaixada sul-coreana em Cabul. 

O subchefe provincial da polícia de Ghazni, Mohammed Zaman, anunciou que um "grande número" de policiais foi enviado à região para buscar os seqüestrados. Ele calculou, porém, que sejam apenas 16 reféns. 

Zaman criticou os seqüestrados por não levar escolta e por não informar a polícia da rota que pretendiam seguir. 

No Afeganistão, há cerca de 200 soldados sul-coreanos, dedicados a trabalhos humanitários de reconstrução. O número de missionários cristãos do país em território.

Missionária brasileira fala sobre a situação atual na Síria



Voluntária no Oriente Médio há 17 anos, Raquel Elana passou 6 meses ajudando refugiados que deixaram campo de Zaatari, na Jordânia




Aos 40 anos, a brasileira Raquel Elana passou quase metade da vida como voluntária no Oriente Médio. Já são 17 anos como missionária da Igreja Batista, os últimos seis meses na Jordânia, ajudando refugiados que deixaram a Síria, país vizinho mergulhado numa guerra civil que já deixou 100 mil mortos nos últimos dois anos e meio. Antes, esteve em lugares como Líbano e territórios palestinos, onde conviveu com mulheres que sofriam por causa da opressão masculina.

Raquel, que também é professora e tem diversos livros sobre as missões publicados - o próximo será pela editora Multifoco - trabalhou na Jordânia, na periferia de al-Mafraq, ajudando refugiados que deixaram o campo de Zaatari, o maior do país, com
120 mil pessoas. A ONU calcula que pouco mais de 30% dos dois milhões de sírios que deixaram o país vivem nos campos. A grande maioria foge da polícia e acaba encontrando uma vida difícil nas cidades.

"Dentro do campo há várias organizações não governamentais, mas, mesmo com a ajuda, muitos saem de lá porque vivem sem ter o que comer ou o que vestir. Eu atendia cerca de cem famílias por mês, fornecendo cestas básicas, remédios e conforto espiritual", afirma.

Na Jordânia, país predominantemente muçulmano, Raquel tem que lidar ainda com o conflito religioso. Lá, ela é voluntária, e não missionária da Junta Administrativa de Missões (Jami). A professora conta que já chegou a ser interrogada por policiais por ser cristã. E lembra a destruição de Maaloula, vila de cristãos ortodoxos, praticamente destruída pela guerra civil.



"Usamos a palavra ‘voluntário’. Missionário lá tem outro teor, diferente do daqui. Eles pensam que nosso objetivo é a conversão, o que não é verdade", explica ela, que já atendeu até os rebeldes do Exército Livre da Síria.

Ensine teus filhos a orarem por missões.
Com a iminência de uma intervenção militar americana - nos últimos dias mais distante devido ao acordo russo-americano - o grupo de religiosos que trabalha com os refugiados está menor. Os que ficaram, de outras missões, têm trabalho dobrado, numa situação cada vez mais caótica. E embora a maioria dos jordanianos não acredite que o país vá se envolver em uma possível guerra, muitos temem que a economia afunde ainda mais e que o número de refugiados aumente.

"A população toda aprendeu a viver com medo, mas ninguém quer a guerra. Nem os jordanianos nem os refugiados, que, em sua maioria, não apoiam o Bashar (al-Assad, o presidente sírio), mas também não querem ajuda dos rebeldes. Eles estão depressivos. O povo chora muito pela destruição da Síria. Estão revoltados com os dois lados", afirma a missionária, que tem planos de voltar no ano que vem para continuar o trabalho.

Eu amo a Obra missionária? Será?



John Knox orou:

"Senhor, dá-me a Escócia ou eu morro!".









Whitefield lutava com Deus:


"Se não queres dar-me almas, retira a minha!"



John Bunyan declarou:

"Na pregação não podia contentar-me sem ver o fruto do meu trabalho".






Matheus Henry: 

"Sinto o maior gozo em ganhar uma alma para Cristo, do que em ganhar montanhas de ouro e de prata, para mim mesmo".




D. L. Moody:

"Usa-me, então meu Salvador, para qualquer alvo em qualquer maneira que precisares. Aqui está meu pobre coração, uma vasilha vazia, enche-a com tua graça".





Henrique Martyn, ajoelhado na praia da Índia, onde fora como missionária, dizia: 

"Aqui quero ser inteiramente gasto por Deus".


John Mckenzie, ajoelhado a beira do Lossie, clamava: 

"Ó Senhor, manda-me para o lugar mais escuro da terra!".






Prayine Hyde, missionário na Índia, suplicava:


"Ó Deus, dá-me almas ou eu morrerei!".



David Brainerd falava: 

"Eís-me aqui, Senhor. Envia-me a mim! Envia-me até os confins da terra: Envia-me aos selvagens habitantes das selvas; envia-me para longe de todo conforto terrestre; envia-me mesmo para morte, se for para teu serviço e para progresso do Teu reino". Ele mesmo escreveu: "Lutei pela colheita de almas, multidões de pobres almas.
Lutei para ganhar cada uma, e isto em muitos lugares. Sentia tanta agonia, desde o nascente do sol até o anoitecer, que ficava molhado de suor por todo o corpo. Mas, ó meu querido Senhor soou sangue pelas pobres almas. Com grande ânsia eu desejava ter mais compaixão".



Embora seja muito inspirador ler e ouvir histórias de dedicação como essas, é chegado o tempo de escrevermos a nossa própria história! É chegado o tempo de deixarmos nossa marca de esperança neste mundo escurecido pelo pecado!

O que você tem feito para salvar almas? Tem se preocupado com o destino de seus semelhantes? Talvez você não precise deixar sua nação, passar privações ou virar um mártir. Ao seu redor há pessoas carentes de Cristo. Pessoas desorientadas, sem uma causa pela qual viver. Pessoas que procuram o sentido da vida...

Por que não fazer a diferença para essas pessoas? Por que não compartilhar a Cristo?

Faça o que deve ser feito. Mude vidas, ganhe almas!!!